Engraçado como esse pessoal de site acaba adquirindo uma linguagem policialesca nas matérias cotidianas. Abri um site desses e desci o scroll analisando as manchetes. Antes de assustar com a violência que impera na cidade (cadê o Rubim?), parei pra simplificar o que li.
Comerciante é interceptado e rendido por assaltantes
Ou seja: Comerciante é assaltado
Universitário tem veículo tomado durante assalto
Ou seja: Carro de universitário é roubado
Ponta Grossa: ônibus é atacado por assaltantes
Ou seja: Passageiros de ônibus são assaltados
Policial civil dispara tiros em via pública contra vigilante
Ou seja: Policial civil atira em via pública contra vigilante. (Com um pouco mais de calma, dá pra achar um termo pra substituir “contra vigilante”)
Atualizado em 19.08.2009 - Podia ser também "Policial atira em vigilante no meio da rua"
E, depois pensei “quanto assalto!”. Ta perigoso.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Teje preso!
segunda-feira, 27 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
TVE Em Dia
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Carta Aberta aos Presidentes e dirigentes dos Sindicatos de Jornalistas
Companheiros( as):
É natural a tristeza e o abatimento. Eu mesmo vi isso no espelho e nos rostos de vários de vocês naquela noite e no dia seguinte. Afinal, fomos violentados no que nos é mais caro: a dignidade. Fomos ultrajados e humilhados, em escala nacional. Apesar de toda indignação e sentimento de impotência, mais do que nunca é preciso seguir em frente. Temos a obrigação de não desistir, pela memória de gerações de jornalistas que nos antecederam e dedicaram vidas inteiras à construção de uma profissão e, principalmente, pelos milhares de estudantes de jornalismo em todo Brasil que estão, neste momento, com razão, muito mais assustados, perplexos e inseguros sobre seu futuro profissional.
Conscientes destes compromissos, a Executiva da FENAJ tomou várias ações e presta os seguintes esclarecimento s e orientações:
1. A Direção da FENAJ e os presidentes dos 31 Sindicatos filiados reúnem-se, em São Paulo, dia 17 de julho, para avaliar a situação e combinar ações conjuntas. A reunião antecede o Seminário dos Jornalistas sobre a Conferência Nacional de Comunicação, dias 18 e 19, também em São Paulo.
2. Embora seja necessária a publicação do acórdão, a Executiva da Federação já tomou as providências necessárias para apresentar embargos, se houver omissões e, principalmente, excessos.
3. O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou sem efeito legal somente o inciso V do artigo 4º do Decreto-Lei 972/69, que exigia a apresentação de diploma. Todos os demais artigos da regulamentação, apesar das declarações públicas do ministro presidente do STF, continuam em vigor.
4. Até novas orientações da FENAJ, os Sindicatos filiados devem manter rigorosam ente os mesmos procedimentos na emissão de cédulas de identidade e sindicalização.
5. A FENAJ já solicitou audiência com o Ministro do Trabalho e Emprego para discutir as novas regras para registro profissional. Sugerimos que os Sindicatos procurem imediatamente as SRTs solicitando a suspensão imediata da emissão de novos registros, que não sejam de diplomados, até a edição de uma portaria normatizando o processo.
6. O ensino de jornalismo não foi extinto, embora tenha recebido um duro golpe. A decisão do STF aponta para a barbárie no mercado, e só a atuação firme dos Sindicatos e o ensino com formação qualificada poderão reverter esse quadro. A FENAJ continuará acompanhando o trabalho da Comissão de Especialistas que, neste momento dedica-se à elaboração de novas diretrizes curriculares.
7. Pisos salariais, a jornada de cinco horas, acordos e convenções coletivas não foram, embora as empresas sonhem com isso, obj eto de discussão nesse julgamento. FENAJ e Sindicatos devem continuar denunciando e resistindo a todas as iniciativas de precarização e arrocho salarial da categoria.
8. Também não se alteram as regras de concursos públicos para assessoria de imprensa. O Estado tem a competência para definir as qualificações necessárias para as carreiras públicas. Se quiser, inclusive, além da graduação, pode exigir especializações, mestrados e doutorados.
9. A FENAJ está recebendo diversas manifestações de solidariedades de parlamentares de vários partidos políticos. Vamos propor a criação de uma Frente Parlamentar suprapartidária de defesa do Jornalismo e dos jornalistas e encontrar, no Congresso Nacional, o espaço adequado e usurpado pelo STF, a solução institucional para garantir direitos da nossa categoria.
10. Devemos todos, profissionais e estudantes, seguir protestando de todas as formas e em todos os momentos. É fundamenta l buscar o apoio de movimentos sociais, entidades como a ABI e OAB, políticos e, até mesmo, setores do judiciário inconformados com essa violência contra os jornalistas e a democracia.
11. Devemos também manter o alerta para a ameaça que o presidente do STF tem insistido em fazer contra regulamentações profissionais de outras categorias e, por tabela, contra a própria educação superior do país.
12. Por último, é muito importante denunciar o descaso e a irresponsabilidade do ministro presidente do STF, mas não podemos jamais esquecer que os principais responsáveis por essa agressão são os poderosos donos da mídia da Folha de S. Paulo, da Globo, do Estadão, da Veja, do Liberal, do Diário do Nordeste, da RBS...
É claro que a intenção do baronato da mídia e de seus aliados no STF é nos tornar menores. Mas vamos, juntos, provar que sairemos maiores dessa crise. Se alguns resistem com a proteção natural do couro de croco dilo, vamos mostrar que nossa couraça é de aço, forjada na luta.
Fomos provocados e desafiados. Não temos, agora, o direito à dúvida e à hesitação. Somente os que têm a ousadia de lutar, conquistam o supremo direito de vencer. Como na letra da canção, lembro que "se muito vale o já feito, mais vale o que será."
Queridos e queridas companheiros e companheiras,
Mais uma vez, vamos à luta!
Sérgio Murillo de Andrade
Presidente, com muito orgulho, da FENAJ
domingo, 21 de junho de 2009
Gravidez/Aids
Primeira matéria pra TVE. Primeira que foi pro ar, na verdade.
Ela tava na gaveta, tadinha, aí me deram, fiz o texto e gravei passagem. Só.Eu gostei dela.
