Boda não é bolda.
Boda é mulher do bode
Não do boldo
Nem do balde
Aprendeu, né, Dé?
terça-feira, 22 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
De passagem
Dor passa.
Alergia passa.
Mal estar passa.
Tristeza passa.
Alegria também.
O ônibus, o carro, o metrô.
Eles também passam.
O tempo passa.
Um nuvem passa
E, veja só, até a uva passa.
O amor? É... ele também passa.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Facilidade Motel
Entramos com uma câmera escondida e flagramos a falta de atenção com a lei. Se respeitada, ela ajudaria a reduzir os números de abuso sexual a menores, como é o caso de duas meninas (uma de 14 e outra de 16 anos), mostradas um dia antes, no programa policial.
Elas foram pegas com um homem de 44 anos em um quarto de motel, aonde ficaram por mais de doze horas.
Infelizmente, nem o promotor da infância e da juventude, nem o juiz da 28ª vara da infância e da juventude - responsável pela fiscalização em estabelecimentos - ou qualquer outra autoridade quis se pronunciar sobre a denúncia apresentada por nossa reportagem.
*É incrível esse negócio de 'pegar' e 'não pegar' de lei. Gente, lei TEM QUE pegar. Que coisa!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Greve Detran
Mais um capítulo desta emocionante novela. Os servidores do Detran decidiram manter a greve, decretada ilegal pela presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas. Neste dia, eles ainda não tinham recebido o decreto formalmente, mas já se organizavam para ver o que iriam fazer. Resultado: continuaram de greve.
Nota: O Youtube sempre me pega com essas caras engraçadas na matéria pra frisar. Tem como trocar isso?
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Monstros fardados
As cenas não são apenas chocantes. Elas causam revolta. O travesti é carregado como um porco, um bicho morto, por dois policiais. Um o suspende pelas calças, enquanto outro puxa pelo cabelo. E não para por aí. Eles jogam o homem no chão e, neste momento, um terceiro policial o arrasta por uma das pernas. Que demontração barata de poder. Que abuso de poder!
Cenas como aquela me fazem temer mais os policiais do que os bandidos. Ou os policiais bandidos.
O mais revoltante da matéria é a sonora do sub-comandante do batalhão de Penedo. "Em parte, um excesso pela polícia militar". Em parte, oh, Deus!? Ele continua, dizendo que "aquilo que a gente vê não é aquilo que aconteceu alí" e diz ainda que os policiais foram agredidos verbalmente - verbalmente! - pelo travesti. Por isso, o show de barbaridades contra o homem que, vejam só, ainda foi apontado por agressão, por chutar os policiais ao tentar se defender. E, pra finalizar, ainda diz que será aberta uma sindicância para apurar o caso.
- Durante essa sindicância eles vão responder livres, ainda trabalhando, ou serão afastados? - perguntou o repórter.
- Eles vão responder trabalhando - respondeu o sub comandante.
Coisa feia! Precisamos de uma polícia mais humana. Afinal, é gente tratando com gente. Não se impõe respeito e admiração com atitudes como esta. Lembro que, uma vez, liguei na corregedoria pra falar justamente sobre esses casos de abusos de autoridades policiais. Na ocasião, a pessoa que me atendeu disse que havia mais de 10.000 ocorrências deste tipo sendo apuradas. Dez mil.
Há umas duas semanas mesmo, uma mulher procurou a tv pra falar sobre um espancamento que ela sofreu de um policial dentro de casa, na frente dos filhos. E ainda foi presa.
São monstros armados, sem preparação para tratar com gente. São monstros.
A matéria do Thiago Correia - excelente repórter! - está nesse link, ó: http://gazetaweb.globo.com/v2/videos/video.php?c=4917
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Assinatura/aterro
A ordem de serviço do novo aterro sanitário foi marcada por incertezas. Não se sabe quando as obras começam, muito menos quando ficam prontas, bem como os impactos ambientais que ela causará na área. Também é incerto o futuro das famílias que, há quarenta anos, dependem do lixão para sobreviver, já que ele vai sumir do mapa (ps.: também não se sabe aonde vão colocar a montanha de lixo).
Enfim, a prefeitura fez um auê, colocou jornalistas pra ir pra caixa prego (o caminho era tão ruim que uma emissora chegou a ter o carro quebrado) cobrirem um evento que não levava nada a lugar nenhum.
Depois da assinatura (que nem coloquei na matéria, porque não cheguei a tempo) desci pra Guaxuma, porque lembrei que os moradores são contra a construção do aterro. Saí perguntando na rua quem era o líder comunitário e cheguei até essa senhora da matéria.
Mesmo com a edição capenga (tinha sonoras muito melhores pra usar), gostei da matéria.
