terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Boletim Band News

Mais um vídeo das aulas de aperfeiçoamento, dessa vez com dois apresentadores. No texto, escalada, cabeça e passagem. E, depois eu aprendi a jamais usar 'acaba de começar'.

(([ARTHUR))

VELOCIDADE MÁXIMA//


((ANGELA))
CARRO É MULTADO POR ANDAR A QUATRO MIL E OITOCENTOS QUILOMETROS POR HORA//

((ARTHUR))

FARO AGUÇADO//

((ANGELA))

CÃES ACHAM QUATRO QUILOS DE MACONHA EM LIVROS INFANTIS
QUINTA – FEIRA/ DEZENOVE DE JUNHO//

((ARTHUR))

E O BOLETIM BAND NEWS ACABA DE COMEÇAR

((ARTHUR))

BOA NOITE// ?QUAL É A VELOCIDADE MÁXIMA QUE O SEU CARRO ATINGE?//

((ANGELA))

EM SANTA CATARINA/ UM ADVOGADO TOMOU UM SUSTO AO LEVAR UMA MULTA POR EXCESSO DE VELOCIDADE//

((ARTHUR))

SEGUNDO A AUTUAÇÃO/ ELE ESTAVA DIRIGINDO A QUATRO MIL E OITOCENTOS QUILÔMETROS POR HORA//

((ANGELA))

A VELOCIDADE É QUATRO VEZES MAIOR QUE A VELOCIDADE DO SOM//

((ARTHUR))

A SEGUIR: JUSTIÇA DECIDE MANTER CASAL NARDONI PRESO

((ANGELA))

CÃES ACHAM QUATRO QUILOS DE COCAÍNA EM LIVROS INFANTIS

((ARTHUR))

FUTEBOL: TIMÃO DESEMBARCA NO RECIFE

((ANGELA))

E VEJA TAMBÉM! GIANECCHINI E RAICA COMANDAM O FASHION RIO

((ARTHUR))

EM BRASÍLIA, [HORA]

((ANGELA))

A GENTE VOLTA EM UM MINUTO// NÃO SAIA DAÍ//

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Somos nozes!

O vídeo abaixo é uma brincadeira que surgiu por conta de um vídeo nas aulas de Aperfeiçoamento Vocal.
Todos falamos o mesmo texto. Saiu mais ou menos assim.

UMA VAN QUE IA DE MACEIÓ PARA TORITAMA/ EM PERNAMBUCO/ FOI ASSALTADA HOJE NA BR-104/ PERTO DO MUNICÍPIO DE MURICI// SEGUNDO A POLÍCIA/ OITO HOMENS ARMADOS CHEGARAM EM UMA CAMINHONETE/ E OBRIGARAM O MOTRISTA DA VAN A DESVIAR PARA UMA ESTRADA DE BARRO// OS ASSALTANTES LEVARAM DINHEIRO E TODOS OS OBJETOS DOS PASSAGEIROS///

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Manitu

O terceiro dia na Arena Faculdade Maurício de Nassau - A Concha Acústica do Festival de Verão de Salvador 2009 começou bem. O público já ocupava a arquibancada quando os apresentadores Alessandro Timbó, Wanda Chase e Osmar Martins subiram ao palco para anunciar a primeira atração da noite: A banda mineira Manitu. Com guitarra pendurada no pescoço e uma gaita em punho, o vocalista Alexandre Maia mandou o som de Jah e a galera foi ao delírio.
O assobio suave na introdução de "Indiferente" - a nova música de trabalho do grupo - embalou o público, que lotou a arena e cantou junto durante todo o show, para surpresa da banda. "A gente não esperava tanta receptividade. Por causa da internet, acabamos por desconhecer a dimensão e a proporção que nosso trabalho toma. Fiquei arrepiado durante boa parte do show, em ver o público cantando junto", comemorou Alexandre.
Com quatro albuns gravados, a Manitu já prepara o quinto cd, a ser lançado no dia 21 de março, em Belo Horizonte. Por causa do sucesso, os meninos não ficam livres da pirataria, mas não se incomodam com isso. "Pelo nosso MySpace, o pessoal baixa e sai espalhando. É o que nós chamamos de 'pirataria saudável', do bem. Nesse caso, ela ajuda a disseminar nosso trabalho. Não só o nosso, mas o de todas as bandas independentes", analisou o baixista Fabão.
Para o baterista, Emerson Neiva, o reconhecimento pelo público baiano é resultado de muito trabalho. "Nós ralamos muito desde o final de 2001, quando montamos a banda. Cada um veio de uma realidade diferente, nós não nos conhecíamos e fomos atraídos pela idéia de fazer um som legal. Passamos por cima de qualquer preconceito que pudesse existir e nos encontramos em nossas diferenças. Quando há comprometimento, não tem como dar errado".
A banda se apresenta pela segunda vez em Salvador no Domingo, às 20:00, na casa de shows Bumerangue, no Rio Vermelho. Se o 'set-list' seguir o do apresentado no Palco Arena Faculdade Maurício de Nassau, no repertório devem estar inclusas músicas autorais, releituras de 'Bizarre Love Triangle', 'Te ver' e 'Cachimbo da paz', além de clássicos como 'Is This Love", do lendário Bob Marley.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Meu Desejo

Quando minha hora chegar, não tentem introduzir em meu corpo, uma vida artificial, usando uma máquina. Ao invés disso, dê minha vista para o homem que nunca viu um sol nascente, um rosto de bebê ou amor nos olhos de uma mulher. Dê meu coração para uma pessoa de que o próprio coração causou nada mais que, últimos dias de dor.

Dê o meu rim para aquele que depende de uma máquina para existir de semana a semana...

Pegue meu sangue, meus ossos, todos músculos e nervos do meu corpo e ache um meio de fazer uma criança aleijada andar. Explore todos os cantos do meu cérebro. Pegue minhas células, se necessário, e deixe-as reproduzir e algum dia, um garoto que fala pouco estará apto para gritar enquanto seu time marca gol e uma garota surda ouvirá o som da chuva contra sua janela.

Queime o que restar de mim. Espalhe as cinzas para o vento, para as flores crescerem.

Se você quer mesmo enterrar alguma coisa, deixe minha falta, minha fraqueza e todos os meus preconceitos contra meu semelhante. Dê meus pecados para o diabo e minha alma para Deus.
Se você for querer lembrar de mim, faça-o com certa façanha, ou fale com alguém que precise de você.

Se você fizer tudo isso que eu pedi, eu viverei para sempre.

Texto inglês de autor desconhecido.

domingo, 28 de dezembro de 2008

At work!


Depois de décadas sem nada novo por aqui, vim colocar um vídeo.

Num momento de pura necessidade, me colocaram pra narrar esse vtzinho. Aí eu narrei. Se narrei, tá no blog!

[CABEÇA]

CRIME EM ARAPIRACA! UM POLICIAL MILITAR É ACUSADO DE MATAR PELAS COSTAS O COMERCIANTE ANTÔNIO NASCIMENTO DA SILVA/ DE QUARENTA ANOS// O ASSASSINATO ACONTECEU NA NOITE DE ONTEM// SEGUNDO TESTEMUNHAS/ O MOTIVO DO CRIME FOI BANAL///

#RodaVT: 1'48''

OFF 1 - O CRIME ACONTECEU NESTE BAR// ANTONIO NASCIMENTO DA SILVA/ DE QUARENTA ANOS/ SE PREPARAVA PARA FECHAR O LOCAL QUANDO RECEBEUI OS DISPAROS// OS TIROS ATINGIRAM A CABEÇA E O CORPO DO COMERCIANTE// A IRMÃ DA VÍTIMA/ DIZ QUE O CRIME FOI MOTIVADO PORQUE ANTÔNIO PEDIU AO MILITAR QUE SAÍSSE DO BAR PARA FECHAR O ESTABELECIMENTO//

SONORA - SILVANA SILVA - irmã da vítima

OFF 2 - O PRINCIPAL ACUSADO É O MILITAR IDENTIFICADO APENAS COMO WENDEL// O SOLDADO É LOTADO NO TERCEIRO BATALHÃO DE ARAPIRACA/ QUE SE NEGOU A INFORMAR O SOBRENOME DELE// SEGUNDO A FAMÍLIA/ TESTEMUNHAS PRESENCIARAM O CRIME//ANTONIO TERIA FALADO O NOME DO POLICIAL ANTES DE MORRER//

VOLTA SILVANA

OFF 3 - HOJE O SOLDADAO WENDEL ESTAVA DE SERVIÇO/ MAS NÃO APARECEU NO QUARTEL// A COORPORAÇÃO DIZ ESTAR FAZENDO DILIGÊNCIAS DESDE ONTEM PARA TENTAR LOCALIZA-LO//

SONORA - ten. WANDERSON - 3º BPM

OFF4 - A VIÚVA DA VÍTIMA ESTAVA DESCONSOLADA//

SONORA RÁPIDA - SEM GC

#Deixa: "... QUERO QUE ESSE CABRA PAGUE, FIQUE PRESO" (na viúva)

[NOTA PÉ]

SEGUNDO O COMANDODO TERCEIRO BATALHÃO/ O SOLDADO WENDEL JÁ É CONSIDERADO DESERTOR///

Bom fim de ano!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Diário de bordo

Naquele domingo, o avião decolou de Maceió perto das cinco da manhã. Quatro horas mais tarde chegaríamos – minha irmã e eu – ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, para uma jornada de 12 horas de espera pelo próximo vôo. E assim esperamos à exaustão. Não víamos a hora de decolar do solo brasileiro e cruzar a fronteira. As horas, porém, passaram com um pouco mais de alegria com a presença de um antigo amigo cibernético, que nos fez companhia por várias horas de riso e conversa – mais tempo tivesse.

(Chega uma hora que tudo incomoda: Levantar dói o pé e sentar dói o joelho; Olhar pra baixo dá dor de cabeça e olhar cima dói o pescoço. Qualquer ambiente parece barulhento demais e todo mundo vira chato. Na cabeça, a imagem do quarto do hotel)

Finalmente a hora do embarque chegou e lá fomos nós, fazer o check-in. Pouco depois, estávamos sentados nas poltronas 31 A e B do vôo AM 15. E como se as doze horas de espera não fossem suficientemente cansativas, as outras nove de ‘vuelo’ somavam mais cansaço. Àquela altura, eu só pensava em chegar.

(O que as empresas têm contra a idéia de comissárias jovens em vôos internacionais? As mal humoradas aerovelhinhas parecem sempre perto de aposentar.)

Depois de nove horas a mais e 25 graus a menos, chegamos à Cidade do México. O que não significava fim de linha. Ainda faltavam 4 horas de espera num frio de cinco graus – com direito a ‘fumaçinha’ saindo da boca – e, lógico, mais duas horas de vôo. Depois de 24 horas sem descanso, duas míseras horinhas pareciam uma eternidade. A cada minuto Cancun parecia mais longe.
(Valia de tudo para tentar esquentar: Casaco, litros de chocolate ‘caliente’, tempo extra no secador de mão do banheiro e caminhadas sem rumo certo.)

Não sei se, da janelinha do avião, Cancun parecia bonita por realmente ser bonita ou pelo simples fato de ela, enfim, ter chegado. O resto do dia foi feito para dormir.
Ao acordar, na segunda-feira, pudemos ver a cidade com olhos de bom-humor. E aí deu pra notar: É lindo porque é lindo mesmo. O mar e suas sete tonalidades de azul diferentes se confundem, no horizonte, com o céu limpo.

O segundo dia foi inteiro de passeio. Xcaret é um lugar lindo, construído pra encher os olhos de qualquer um. Golfinhos, arraias, peixes-boi, flamingos, borboletas e até morcegos, além de várias espécies de orquídeas e um espetáculo cultural, que mais parece uma super produção, pontuaram o dia.

(Tudo é caro. Tudo! Uma mísera foto segurando uma arara idiota custa 15 dólares. Logo logo descobrimos que, se ficássemos convertendo tudo para moeda nacional, não compraríamos nada. O jeito foi gastar as burras mesmo.)

Chegamos cansados no hotel. De novo. Cancun cansa mais do que o dia-a-dia.

Dia livre! Podíamos fazer o que quiséssemos (Eu vou parar de falar em ‘nós’. O verbo dá fica feio) o dia inteirinho. Fazer o que, então, senão gastar? Ah... antes, lógico, um mergulho no mar azul. Que, descobri depois, era azul, gelado e cheio de pedra. Era melhor ficar só olhando mesmo.

Almocei – ô comida RUIM – e fui num lugar chamado Plaza La Isla. Sem dúvida, o shopping mais formoso, apesar de não ser o mais requintado. Aberto, como se fosse uma vila, lojas famosas e não tão famosas se encontravam lá. Puma, Nike e Zara dividem lugar com artesanato local e roupas mais baratas (comprei um casaco legal por 30 dólares. No precinho!). A maior loja é o Aquarium. Como o próprio nome já diz, é um aquário cheio de peixes, arraias, tubarões, além de mergulho com golfinhos. O show dos golfinhos, anunciado no sistema de som a cada meia hora (“Delfines, siii...”), começa às seis da noite.

(Confesso que não gostei tanto dos golfinhos. Bichinho bobo. A sincronia do nado, dos pulos e acrobacias, no entanto, encantam até aos mais céticos. Eles merecem aplausos.)

Cozumel. Vamos a Cozumel. Aliás, se pudesse escolher, eu preferia outro dia livre. Cozumel é dispensável em alguns aspectos. O melhor de lá, sem dúvida, é o mergulho. Água clara, cristalina. Podíamos ver o fundo do mar a metros de profundidade sem nem encostar na água. É quase que incontrolável a vontade de levar os peixes pra casa. Belas espécies se encontram por ali, além dos maiores navios de cruzeiro. Embasbacante.

Tirando o mar, a ilha mais parece o centro de qualquer cidade. Lojas sem brilho, com vendedores na porta convidando – e intimidando – clientes a entrar, os carros quase passando por cima dos pedestres, uma praça mal arrumada. Alguns bares, no entanto, são charmosos e convidativos. A melhor opção, sem dúvida, é a volta pro hotel.

Cheguei no hotel, tomei banho e já estava arrumado de novo, pronto para ir à melhor boate que já vi na vida. Uma tal de CocoBongo (Sim, a do Máscara.). Não era bem uma boate, ou não era SÓ uma balada. Era algo meio “Las Vegas é bem aqui”. Shows e apresentações de deixar todos – TODOS – de boca aberta.

A volta pro hotel foi andando. Nada mais tranqüilo do que caminhar por ali de madrugada. Dá pra ouvir o silêncio cantando no ouvido. Ele, no entanto, era cortado a cada cinco minutos por um taxista oferecendo seus serviços e dizendo que fazia um bom preço.

(Eles não se conformam com um ‘non, gracias’. Na maioria das vezes é preciso se fingir de surdo e continuar caminhando.)

O penúltimo dia também foi livre. Aproveitei pra andar mais e mais pela cidade, dar uma olhada nos e-mails (ô vício), comprar e descansar. Fui ao La Isla de novo, conheci outros shoppings e voltei pro La Isla. Por lá fiquei até o pôr do sol, tomando chocolate quente, admirando a vista e ouvindo Bon Jovi.

O último dia chegou e já nos despedíamos de Cancun com saudades. Ficaria mais uma semana por lá sem reclamar. Mas alegria de pobre dura pouco, e a realidade chamava desesperadamente.

A sina de conexões demoradas continuava a perseguir, mas com a ajuda e o ânimo do pessoal da excursão, tudo ficou bem mais fácil.

Enfim, o Brasil. De Cancun restam lembranças,

domingo, 26 de outubro de 2008

Um tanto bem maior.


Produzir é legal. É legal quando dá certo, é instigante quando dá errado. Pelo menos pra mim, que demoro a me conformar em não conseguir. Sempre dá-se um jeito.

Me veio na cabeça de produzir uma entrevista pra encerrar o programa de sexta-feira e lembrei que o pessoal do Teatro Mágico estaria em Maceió. Entrei em contato com a assessoria deles e consegui marcar um horário. Inicialmente, a entrevista seria no estúdio, mas a agenda deles já estava ocupada. Então, se Maomé não vai à montanha... Enfim, fomos lá no hotel deles.

Quando estava fechando a pauta lembrei que, no primeiro show deles aqui, um grupo de fãs fez uma poesia e entregou uma bandeira de Alagoas assinada. Achei legal convida-los pra participar da entrevista. Umas olhadinhas no Orkut, consegui o contato desses fãs. Marquei com eles.

No outro dia, achei que seria ÓTIMO arrumar um cenário adequado para a entrevista. Liguei pra um teatro daqui e consegui que a entrevisa acontecesse lá. Mas, por probleminhas de logística, não foi possível levar o pessoal até o teatro e tive que desmarcar a locação no dia. Fez-se na pousada mesmo. O que foi um pena, enfim.

Só uma coisa me incomodou profundamente nessa matéria: A edição. Faltou sensibilidade, faltou carinho, faltou 'jeito'. Cortes secos, trechos desconexos do DVD. Era uma matéria especial, poxa, pra fechar o programa de forma bem leve, depois de uma semana pancada. De qualquer forma, foi legal produzir isso, por isso coloquei aqui no blog.

Aproveite.